Educação
Alfabetização, evasão, inclusão, infraestrutura e o que os indicadores educacionais realmente conseguem mostrar — e o que não mostram.
Direito · Educação · Inovação · Comunicação · Cidadania
Há mais de três décadas trabalho com problemas que parecem complicados demais para serem explicados. Quase nunca são. Este é o espaço onde procuro traduzi-los.
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Quem sou
Sou promotor de justiça do Estado de São Paulo, professor e escritor. Atuo hoje na área de educação, com atribuição regional em direitos sociais no Oeste Paulista — a região onde vivo e que considero minha casa.
Antes disso passei anos no Tribunal do Júri, em centenas de julgamentos. Foi ali que aprendi o que hoje organiza boa parte do meu trabalho: a distância entre saber e convencer é grande, e quase sempre é essa distância — não a falta de conhecimento — que faz uma boa causa se perder.
Estudo comunicação, negociação, persuasão e, mais recentemente, o uso de inteligência artificial e dados no serviço público. Escrevo e ensino sobre isso porque acredito numa coisa simples: um direito que ninguém consegue compreender corre o risco de existir apenas no papel.
É por isso que educação virou o eixo permanente do que produzo. Não como tema de discurso, mas como a condição prática de que as pessoas possam decidir por conta própria.
Os temas
Proteção para quem precisa. Educação para ampliar oportunidades. Autonomia para construir o próprio futuro.
Alfabetização, evasão, inclusão, infraestrutura e o que os indicadores educacionais realmente conseguem mostrar — e o que não mostram.
O funcionamento das instituições explicado sem juridiquês: o que o Ministério Público faz, o que não faz, e como o cidadão acompanha.
Inteligência artificial, dados e automação no serviço público. O problema vem antes da tecnologia — sempre.
Persuasão, argumentação e leitura crítica. Como distinguir fato, opinião, propaganda e desinformação.
Direitos sociais como direitos do cidadão, transparência, integridade e os instrumentos que ampliam a autonomia de quem decide.
Livros
A prática jurídica trata persuasão, argumentação e interpretação como técnicas isoladas. O CONVICT as integra numa estrutura coerente — para quem domina o Direito, mas ainda não converte esse domínio em convencimento diante de juízes, tribunais e clientes.
Conhecer o métodoO que a IA muda — e o que não muda — no trabalho de quem opera o Direito. Da pesquisa e da redação à decisão pública: onde a ferramenta amplia o julgamento humano, onde o substitui mal, e quais salvaguardas o serviço público precisa antes de adotá-la.
Acompanhar
Publico análises, explicações e conversas sobre educação, Direito, inovação e os desafios do Oeste Paulista — com dados públicos e sem respostas prontas.
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